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Paulo Rodrigo

Paulo Santos Rodrigo

 

Paulo Santos Rodrigo

Bongo Tongo!  /  Jazz Stew


01. Slow Riffs - Virgo Dub
02. IVVVO - Good, Bad, Baby, Horny
03. I-Dentity - Rider Shafique
04. Rustie - A Glimpse
05. Laurel Halo - Drift
06. Caski - Tunnel Music
07. LDN -VIP
08. Etch - Champion Dancehall
09. Alex Coulton - Equilibrium
10. Aphix - Sin King
11. LV & Joshua Idehen - New Pen
12. Leikeli47 - Heard Em Say
13. Visionist - Dangerous
14. God Colony - Steady (feat. Flohio)
15. JT The Goon - Oil on Ice (version 1)
16. Swindle - Long Live The Jazz
17. Swindle - Ringworm
18. Flowdan - Ambush
19. Silkie - Jazz Dub
20. Kahn - Over Deh So
21. Gantz - Witch Blues
22. Mike El Nite - A Justa
23. SALVA - Freaking U (feat. Starship Connection)
24. Joker - An Intervening Episode
25. SBTRKT - The Light (Ft. Denai Moore)
26. SZA - Ur
27. I-Dentity - Rider Shafique

Bio

PT
O projecto Jazz Stew nasceu filho de dois pais, Paulo Santos Rodrigo e Pedro Passos (colectivo Heatin' System), com o nome Gettin' Dizzy & Miles Away, em 1991.
Propunha a divulgação do Jazz e a sua recuperação como momento de dança orientando-o sempre para a pista de dança e associado a todas as suas descendências; Hip-hop, Jungle, trip-hop...
As noites Gettin' Dizzy & MIles Away aconteciam no Porto (Meia Cave) e em Lisboa (Incógnito) tendo sido o primeiro projecto a usar as energias que se sentiam na altura nas duas cidades, associando-se a artista como Darin Papas, Boss AC, General D, DR.Sax, Cool Hipnoise, Blackout, Mind da Gap, entre muitos as noites promoviam concertos o vivo além de colaborações com vários Dj ́s; Chris Goss, Yen sung, Rui Vargas, Rui Murka, Johnny...
Em 1994, já Bongo Tonto!, evolui para Jazz Stew quando todas as descendências referidas evoluem para um fenónemo de moda ( em que tudo era Acid Jazz!) e quando Pedro Passos, DJ.Grizzly, forma os Ithaka, com o artista Norte americano Darin Papas, com o sucesso que se lhe conhece.
Na altura são estabelecidas parcerias com algumas das editores mais importantes da "cena"; Acid JAzz, Tongue&Groove, Ninja Tune, Pussyfoot records, Soul Jazz Records, Dorado records, Mo Wax, Clean up Records (que poderão ver no flyer anexo) que correspondiam ao "fornecimento" de todas as edições em primeiríssima mão com a sua divulgação nas noites jazz Stew. Ainda às quartas, no Meia-Cave, A Bongo Tonto! recebe ao vivo, General D., naquele que é o primeiro "acto hip-Hop" no Porto, os primeiros concertos oficiais de Pedro Abrunhosa e os bandemónio, os Clã . Além deles; Maceo Parker, dos Jb ́s de James Brown, os Dr. Sax de Pedro saraiva, Mário barreiros e o seu Sexteto, para referir os mais relevantes. Na mitíca discoteca Rocks, em gaia, um concerto com os Blackout, da Kika santos e os ainda Da Wreckas (Mind Da Gap) naquele que foi o primeiro concerto em Portugal que considerou banda e rappers num só...
O projecto foi evoluindo e viajando pelos muitos espaços do Porto e de Lisboa, 31, Triplex, maus Hábitos, Lux, Buondi Café, Caféina, Aniki Bóbó, Incógnito, Hard Club, Labirinto, Pitch, Indústria, cais 447, Bicaense, Arte&Manha (com Paulo de Carvalho), Vip Lounge do Porto Palácio Hotel (por quem, e com a etiqueta VERVE, organizou duas colectâneas), Café au lait (no último sábado de cada mês)...
A persistência de anos foi premiada, em 2003, com um convite para actuar aquando do 10.o Aniversáro no Festival Sonar em barcelona a que se seguiram o CBT-Heineken Dance Festival e o Festival Blue Spot.
Desenvolve projectos de rádio; na Rásio Universitária do Porto, Rádio radical, Rádio Nova e pouco antes da sua extinção no Rádio Clube Português e é convidado constante nos debates do Super bock Super Rock no Porto.
paralelamente, inaugura o Porto 2001, no Palácio de cristal, com o DJ Inglês Simon Lee (Faze Action) e é o Dj "corta fitas" da casa da música. "Toca" no Museu de Serralves (na inauguração da exposição de Andy Warhol e no 1.o Aniversário, entre outras) e é convidado a actuar no museu da Gulbenkian... "Abre" casas como o 31, o Triplex ou plano b, sendo nas duas primeiras o que se chamava na altura, dj residente.
Recentemente cria o projecto Salto, a editar brevemente, e além de colaborar com o suplemento P3, do jornal público, e faz parte do colectivo de artista MANCO.
De todos os momentos, entende como o mais relevante uma actuação/workshop de beneficiência para a Emaús.


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