FORÇA MAIOR
Morte Lilás
Label: Perf
Released: February 2026
Mastered: James Ó Ceallaigh
Recorded & edited: Pedro Alves Sousa & Pedro Tavares
Mixed: Pedro Alves Sousa
Mastered: Lendl Barcelos
Cut: Frédéric Alstad
EN
Força Maior combines the vital saxophone explorations of Pedro Alves Sousa with the infinitely subtle electronic processing of Pedro Tavares. Sousa (aka Má Estrela) is known for manipulating his woodwind through guitar pedalboards & amplifiers, creating far-from-ordinary sonics rooted in unceasing curiosity. For his part, Tavares (aka funcionário) conjoins video & sound work to create space for the pensive wanderings where memory and imagination interlace.
The album Morte Lilás was recorded over a week in June 2023 in Pedro Alves Sousa's family farm, located in the village of Ferreirim, near Lamego, in Portugal. The partly abandoned farm served as the residency, studio, and inspiration for the album: it is a 400-year-old granite farm that belonged to a member of the "40 conspirators"—a group that led the revolution for Portugal's independence from Spain in the 17th century.
Morte Lilás is a remarkable album of committed meditation. Each day on the farm was a recording day for the two Pedros: Sousa on sax & electronics, Tavares on sampler & processing. Apart from slight sonic incursions from the surrounds—the birds on 'Quinta à tarde'—and the sporadic use of sine tones, the source sounds all start from the saxophone. It is then processed both by Sousa & Tavares. The album unfolds as a saxophonic tapestry that breathes with quiet intensity. Each piece invites close listening, revealing fine gestures and tonal shifts that shape a contemplative, ambient space. Força Maior move with calm precision…
(text taken from the bandcamp's description, only for the purpose of dissemination and sharing)
PT
Força Maior combina as explorações vitais do saxofone de Pedro Alves Sousa com o processamento electrónico infinitamente subtil de Pedro Tavares. Sousa (também conhecido como Má Estrela) é reconhecido por manipular o seu instrumento de sopro através de pedaleiras e amplificadores de guitarra, criando sonoridades invulgares, enraizadas numa curiosidade incessante. Por sua vez, Tavares (também conhecido como funcionário) articula trabalho em vídeo e som para criar espaço para deambulações pensativas onde a memória e a imaginação se entrelaçam.
O álbum Morte Lilás foi gravado ao longo de uma semana, em Junho de 2023, na quinta da família de Pedro Alves Sousa, situada na aldeia de Ferreirim, perto de Lamego, em Portugal. A quinta, parcialmente abandonada, serviu como residência artística, estúdio e fonte de inspiração para o álbum: trata-se de uma quinta granítica com 400 anos que pertenceu a um dos «40 conspiradores» — o grupo que liderou a revolução pela independência de Portugal face a Espanha no século XVII.
Morte Lilás é um álbum notável de meditação empenhada. Cada dia na quinta foi um dia de gravação para os dois Pedros: Sousa no saxofone e electrónica, Tavares no sampler e processamento. Para além de ligeiras incursões sonoras do ambiente envolvente — os pássaros em “Quinta à tarde” — e do uso esporádico de tons sinusoidais, todas as fontes sonoras partem do saxofone. O som é depois processado tanto por Sousa como por Tavares. O álbum desenrola-se como uma tapeçaria saxofónica que respira com intensidade contida. Cada peça convida a uma escuta atenta, revelando gestos subtis e variações tímbricas que moldam um espaço contemplativo e ambiental. O Força Maior move-se com precisão serena…
(texto retitrado da descrição no bandcamp, apenas com o intuito de divulgação e partilha)